29.4.12

Qual a diferença entre afta e herpes labial ( fotos )

Excarecendo definivamente as dúvidas referente ao diagnóstico que aponta o diferencial entre as aftas e o herpes labial.

Herpes e as aftas são lesões bem diferentes, mas que em alguns casos causar alguma confusão.

Neste texto vamos apontar apenas as diferenças entre aftas e herpes labial, mostrando algumas fotos de lesões para facilitar o entendimento.

A primeira grande diferença está no fato do herpes labial ser uma doença infecciosa e contagiosa, sendo causada pelo vírus Herpes Simplex, enquanto que a afta não é uma infecção nem é contagiosa.

A afta é uma lesão em forma de úlcera, muito dolorosa que ocorre sempre dentro da cavidade oral. Esta é uma boa dica, a afta surge dentro da boca, no máximo na região mais interna dos lábios; é uma ferida que só consegue ser vista se o paciente abrir a boca ou usar os dedos para abaixar os lábios. De modo oposto, a lesão do herpes ocorre na parte exterior dos lábios, muitas vezes atingindo a pele ao redor da boca. Enquanto a afta fica escondida, o herpes pode ser visto por todo mundo.

AFTAS:






HERPES LABIAL

Enquanto a afta é uma úlcera, geralmente com bordas bem delimitas e uma área central mais rasa e acinzentada, o herpes labial inicia-se como pequenas bolhas que estouram e formam crostas após alguns dias. No herpes o centro é mais alto que as bordas, na afta as bordas são mais altas que o centro. As aftas costumam ser ovais ou arredondadas, já o Herpes normalmente tem um formato mais irregular.

No caso do herpes, 24 horas antes de surgirem as lesões, o paciente começa a sentir um incômodo ou um formigamento na região afetada. Como é uma doença que vai e volta, a maioria dos pacientes com herpes sabe identificar antecipadamente quando uma lesão irá surgir. A afta, se não for causada por um trauma, surge sem aviso, começando como uma pequena lesão que cresce ao longo dos dias.
O herpes pode vir acompanhado de febre, principalmente na sua primeira aparição após o paciente ter sido contaminado. A presença de linfonodos no pescoço é mais comum no herpes, mas pode surgir também nas aftas, principalmente as de maior tamanho.



HERPES LABIAL:






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INCÊNDIOS DOMÉSTICOS - Como Prevenir


Os incêndios domésticos podem acontecer em especial se não houver certos cuidados de prevenção.
Se houver crianças ou idosos em casa os cuidados devem ser redobrados para evitar qualquer tipo de acidente. Deste modo as brincadeiras das crianças devem se vigiadas bem como os seus brinquedos.

As medidas de prevenção devem começar na cozinha,  quando se cozinham os alimentos. Assim, não se deve aproximar objetos inflamáveis de plástico ou papel das panelas que estão em cima do fogão. Por outro lado o botijão deve estar sempre fora de casa e o melhor é observá-la diariamente para ver se não há vazamentos, e ao se ausentar da casa verificar se o registro está fechado.

Se houver alguém que fume em casa é necessário ter muito cuidado com os cigarros, pois não se deve brincar com o fogo. O melhor é apagá-los sempre no cinzeiro ou numa caixa com areia.
Os mesmos cuidados devemos ter com os fósforos que devem ser apagados na água antes de os jogar na lixeira.
E nunca fumar na cama, pois com o  sono pode-se involuntariamente provocar-se um incêndio.
Os isqueiros e fósforos precisam ficar sempre longe, totalmente fora do alcance das mãos das crianças.

E necessário muita atenção com as velas, pois nunca devem ser esquecidas acesas em casa, convêm coloca-la sempre num castiçal próprio para evitar que caiam e incendeiem os móveis, um prato, ou pires com água pode ser utilizado providencialmente para evitar acidentes com velas.

Nunca deixe as cortinas sobre fios elétricos e sofás próximos as tomadas, pois corre o risco de pegarem fogo em caso de uma sobrecarga nos fios que provoca  superaquecimento nos fios, ocasionando assim o acidente.


Prevenção exímia em sua casa:
Casa construída com sacrifício, muito trabalho, dedicação, onde utilizei fios para a instalação elétrica com bitolas de 1½, 2½ e 4mm. Em minha casa havia 3 lâmpadas, 3 tomadas, para geladeira, ferro elétrico e chuveiro.
Com o passar do tempo a casa ganhou mais cômodos e mais eletrodomésticos, tais como torneira elétrica, forno  microondas, sanduicheira, ventilador, ar-condicionado entre outros... Mas a entrada da fiação elétrica continua a  mesma, apenas puxaram extensão e em alguns casos trocaram a potência do disjuntor para que a energia não caia quando os equipamentos estiverem ligados, com essa atitude os  fios de sua casa estão sobrecarregados, quentes e  à qualquer momento poderá desencadear início de um incêndio em qualquer locar da casa. Atualize todo o sistema elétrico de sua casa de 5 em 5 anos e faça manutenção preventiva anualmente utilizando-se sempre dos serviços de Profissional Eletricista credenciado (Diplomado) na execução desses serviços.

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21.4.12

Respiração - Inspiração - Expiração - diafragma - relaxado - comtração - inspiração - relaxamento



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Respiração - deglutição - Glote - epiglote - laringe - esôfago - alimento



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manobra tríplice e manobra tríplice modificada - obstrução e desobstrução das vias aéreas


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EPI - Equipamento de Proteção Individual - Prenda-se na execução do trabalho em Altura





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FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE HIDRANTE – E.C.I.

 Sistema de Hidrantes


O Sistema de hidrante consiste em um sistema de proteção contra incêndio instalado em edifícios, escolas, indústrias e ginásios etc... É composto basicamente por Reservatórios de Água, Bombas de Incêndio, Tubulações, Hidrantes, Abrigos e Registros de Recalque. 

O sistema de hidrantes tem como objetivo dar continuidade à ação de combate a incêndios até o domínio e possível extinção. O agente extintor utilizado é a água, motivo pelo qual o método principal de extinção a ser aplicado será o resfriamento. Ao utilizar-se o sistema de Hidrantes é fundamental desligar a chave principal de entrada de energia da edificação e/ou do setor onde se vai efetuar o combate, no intuito de evitar acidentes (descargas elétricas).


Reservatório de Água

O reservatório de água é um compartimento construído na edificação, em concreto armado, metal apropriado ou qualquer outro material que apresente resistência mecânica às intempéries e ao fogo. Destina-se a armazenar uma quantidade de água (reserva de incêndio) que, efetivamente, deverá ser fornecida para o uso exclusivo de combate a incêndios.

Quanto à localização, os reservatórios podem ser elevados, no nível do solo, semi-enterrados ou subterrâneos, devendo ser observadas as exigências previstas nas Normas Técnicas (NBR 13714/2000), quanto às suas características construtivas e localização.

Os reservatórios devem estar – dentro das possibilidades – em local acessível aos veículos do Corpo de Bombeiros. A capacidade da reserva de incêndio deverá ser suficiente para garantir o suprimento dos pontos de hidrantes, considerados em funcionamento simultâneo, durante o tempo previsto nas especificações técnicas.



Bomba de Incêndio 

A Bomba de Incêndio tem a finalidade de efetuar o deslocamento de água no interior das tubulações. Entra em funcionamento mediante acionamento manual – botoeira tipo liga-desliga próximo aos hidrantes – ou automático – através de chave de fluxo para reservatórios elevados ou pressostatos/manômetros para reservatórios subterrâneos, no nível do piso ou semi-enterrados. As Bombas de Incêndio deverão possuir motor elétrico ou a explosão – este obrigatório para proteção de tanques de líquidos e gases combustíveis ou inflamáveis.



Tubulação

A Tubulação consiste num conjunto de tubos, conexões, acessórios hidráulicos e outros materiais destinados a conduzir água, desde o reservatório específico até os pontos de hidrantes. Todo e qualquer material previsto ou instalado deve ser capaz de resistir ao efeito do calor, mantendo seu funcionamento normal. O meio de ligação entre os tubos, conexões e acessórios presos devem garantir a estanqueidade e a estabilidade mecânica da junta, e não deve sofrer comprometimento de desempenho se for exposto ao fogo. Os materiais termoplásticos, na forma de tubos e conexões, somente devem ser utilizados enterrados e fora da projeção da planta da edificação, satisfazendo os requisitos necessários ao funcionamento da instalação em termos de resistência à pressão interna e a esforços mecânicos. Toda a tubulação dever ser na cor Vermelha. Nenhuma tubulação de alimentação dos pontos de hidrantes pode ter diâmetro nominal inferior a 65 mm, conforme a NBR 13714/2000.2



Válvulas

As válvulas são acessórios de tubulação destinados a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.



Hidrante

Hidrante é um ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (válvulas angulares) com união tipo engate rápido para combate a incêndio sob comando. Os hidrantes podem ser de coluna ou de parede (interior do abrigo) e de uma única expedição (simples) ou duas (duplos). São denominados hidrantes internos, quando instalados no interior da edificação, ou externos, caso contrário. As válvulas dos hidrantes devem ter conexões iguais às adotadas pelo Corpo de Bombeiros (tipo engate rápido – diâmetro nominal de 40 mm ou 65 mm).





Abrigo

Abrigo é um compartimento (cor vermelha), embutido ou aparente, dotado de porta, destinado a armazenar esguichos, mangueiras, chaves de mangueiras e outros equipamentos de combate a incêndio, e deve ser capaz de protegê-los contra intempéries e danos. Deve ser instalado a não mais que cinco metros de cada hidrante de coluna, em lugar visível, de fácil acesso e sinalizado. 



Esguichos

O esguicho consiste em peça metálica adaptada na extremidade da mangueira, destinada a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável ou não. Os mais utilizados nos edifícios são o esguicho agulheta (13, 16, 19 ou 25 mm) e o esguicho regulável (DN 40/65 mm). Podemos encontrar os esguichos lançadores de espuma, utilizados para proteção de tanques de combustíveis ou inflamáveis, também conforme essas especificações. O esguicho agulheta, mais comum, aumenta a velocidade da água porque seu orifício é de diâmetro menor que o da mangueira, permitindo, desta forma, o jato compacto (pleno). O esguicho regulável passa de jato compacto a neblina de alta velocidade pelo simples giro do bocal. Esse esguicho produz jato ou cone de neblina, de ângulo variável de abertura, em razão da existência de um disco no interior do tubo de saída; o ângulo máximo de abertura chega a 180 graus.




Mangueira

Mangueiras são equipamentos para combate a incêndio constituído, essencialmente, por um duto flexível contendo uniões do tipo engate rápido. As mangueiras utilizadas nos edifícios têm diâmetro nominal de 40 mm ou 65 mm, em comprimentos de 15, 20 ou 30 metros. As mangueiras devem estar acondicionadas no abrigo na forma aduchada ou em zigue-zague. Especial atenção deverá ocorrer durante a compra e conseqüente instalação nos abrigos: a mangueira tipo 1 é conhecida como mangueira predial (residencial); um prédio de escritórios, por sua ocupação, deve utilizar a mangueira de tipo 2, mesmo que a pressão de trabalho seja menor que 10 Kgf/cm2. O motivo para isso é que a Norma Técnica (NBR 12779/1992) leva em consideração não só a pressão de trabalho, mas também a resistência à abrasão e outras características adequadas a cada caso.



Chave de Mangueira

A Chave de Mangueira destina-se a complementar o acoplamento e desacoplamento das juntas de união das mangueiras com o esguicho e a válvula de manobra do hidrante. Constitui-se de uma haste metálica, apresentando uma extremidade no ramo curvo com aluado transversal, encimado por um pequeno ressalto retangular. 
                                    


Dispositivo de Recalque (Hidrante de Passeio)

O sistema deve ser dotado de registro de recalque, consistindo em um prolongamento da tubulação, com diâmetro mínimo de 65 mm (nominal) até as entradas principais da edificação, cujos engates devem ser compatíveis com os utilizados pelo Corpo de Bombeiros. Quando o engate estiver no passeio, este deverá ser enterrado, ou seja, em caixa de alvenaria, com tampa. A introdução de DN 65 mm de (mínimo) e com tampão tem de estar voltada para cima em ângulo de 45 graus e posicionada, no máximo, a 15 cm de profundidade em relação ao piso do passeio. O volante de manobra da válvula deve estar situado no máximo 50 cm acima do nível do piso acabado.

O dispositivo de recalque pode ser instalado na fachada da edificação, ou em muro da pisa com a rua, com a introdução voltada para rua e para baixo em ângulo de 45 graus, e a uma altura entre 60 cm e um metro em relação ao piso do passeio. Em alguns casos é aceito como recalque o hidrante de acesso à edificação. 

Para determinação da vazão e pressão da bomba de incêndio e o volume da reserva de água para combate a incêndio do sistema de hidrantes, é preciso considerar a natureza da ocupação da edificação e o risco. Antes de iniciar o cálculo hidráulico, entretanto, é importante verificar qual a Norma Técnica ou Legislação que se deseja atender. Por exemplo: pode-se levar em conta a legislação federal – NBR 13714/2000.




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Como calcular a extensão da queimadura no corpo humano

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Convulsão ou Epilepsia Atendimento Inicial e Pós Convulsivo - Como posicionar o Paciente na posição de conforto após a Convulsão

As convulsões são contrações involuntárias dos músculos. Elas duram poucos minutos, são contrações fortes, com movimentos desordenados e, em geral, acompanhadas de queda, ferimentos e perda de consciência. É comum a recuperação dos sentidos, sem apresentar maiores problemas em até cinco minutos, se persistir por tempo maior, deve-se pedir ajuda médica. Durante a convulsão, além da contratura desordenada da musculatura, existe salivação abundante podendo ser ou não acompanhada de eliminação de fezes e urina.


Atendimento Inicial


Afastar objetos que possam causar lesões na vítima;
Proteger a cabeça da vítima com a mão, roupa ou travesseiro;
Afastar os curiosos, dar espaço para a vítima respirar;
Não tracionar a língua ou colocar objetos na boca para segurar a língua (tipo colher, caneta, madeira, dedos).
• O atendimento pode durar até 3 minutos, se não parar chame o socorro especializado;
Permaneça ao lado da vítima.


Estado Pós-Convulsivo:


Lateralizar a cabeça para que a saliva escorra, evitando engasgos;
Observar se a respiração está adequada;
Limpar as secreções salivares, com um pano ou papel, para facilitar a respiração;
Não medique a vítima, mesmo que ela tenha os medicamentos, pois os reflexos não estão totalmente recuperados, e ela pode se afogar ao engolir o comprimido e a água;
Não a deixe sozinha nesta fase;
Chame socorro especializado ou leve a vítima ao pronto-socorro.
Se a vítima quiser dormir, coloque-a na posição de conforto, enquanto aguarda a chegada do socorro.








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MAPA DE RISCO - Origem e Processo de Construção

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